quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Mais Schwarz sobre Machado

Ensaio fundamental de Roberto Schwarz sobre Machado de Assis: A viravolta machadiana (em pdf).

Debate com Roberto Schwarz sobre Um Mestre na Periferia do Capitalismo: Machado de Assis - Um Debate (em pdf). Participaram da conversa Luiz Felipe de Alencastro, Francisco de Oliveira, Rodrigo Naves, José Antonio Pasta Jr. e outros.

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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Roberto Schwarz no Simpósio "Caminhos Cruzados"


Palestra de Roberto Schwarz no Simpósio “Caminhos Cruzados - Machado de Assis pela Crítica Mundial", realizado em agosto de 2008, em São Paulo: Machado de Assis, local ou universal. (Arquivo de áudio, 44MB)
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Entrevista e ensaios de Adorno

Entrevista de Theodor W. Adorno à revista Der Spiegel, em 1969. Também em pdf.

"Diante da questão ''que fazer?'' eu na realidade só consigo responder, na maioria dos casos, ''não sei''. Só posso tentar analisar de modo intransigente aquilo que é. Nisso me censuram: já que você exerce a crítica, então é também sua obrigação dizer como se deve fazer melhor as coisas. Mas é precisamente isso que eu considero um preconceito burguês. Verificou-se inúmeras vezes na história que precisamente obras que perseguiam propósitos puramente teóricos tenham modificado a consciência, e com isso também a realidade social." (Th. W. Adorno)

Ensaios de Adorno em inglês:

Dialética Negativa



Dialética Negativa, de Theodor W. Adorno, em inglês.

Artigo de Ricardo Musse - Passagem ao materialismo (Lua Nova, 2003, no.60, p.97-116). Também em pdf.
Artigo de Ricardo Musse - Verdade e história, segundo Adorno.

domingo, 2 de novembro de 2008

Marxismo Ocidental

Livro de Perry Anderson - Considerações sobre o Marxismo Ocidental (na íntegra, em tradução portuguesa).

História e Consciência de Classe

História e Consciência de Classe (1923), de György Lukács, na tradução francesa de Kostas Axelos.

Textos vários de Lukács, incluindo História e Consciência de Classe (em inglês).

Alguns textos de Lukács (em português).


Artigo de Marcos Nobre - Limites da reificação: notas sobre o sujeito revolucionário em História e consciência de classe (Crítica Marxista, n. 10, 2000) [pdf]

Estudo de Marcos Nobre - Lukács e os Limites da Reificação: Um estudo sobre História e consciência de classe.

Artigo de Ricardo Musse - A dialética como discurso do método (Tempo Social, jun. 2005, vol.17, no.1, p.367-389). Também em pdf.

sábado, 1 de novembro de 2008

Robert Kurz sobre a crise financeira

Entrevista de Robert Kurz sobre a crise financeira: O vexame da economia da bolha financeira é também o vexame da esquerda pós-moderna.


Pasta sobre Brecht

Artigos de José Antonio Pasta Jr. sobre Brecht:
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"O mais duro recado que a experiência norte-americana dará ao trabalho de Brecht talvez seja a que se registra em uma nota de 1942: "A oportunidade especial que o marxismo teve na Europa não existe aqui. O sensacional desnudamento das práticas comerciais nos países burgueses indica que o marxismo surgiu como um iluminismo, efeito que não é possível aqui. Aqui você se vê diante de um Estado instituído diretamente pela burguesia, que em nenhum momento se envergonha de ser burguesa (...)". Salvo engano, o que Brecht registra aqui, com lucidez vertiginosa, é o limite objetivo que uma completa universalização da forma-mercadoria põe à eficácia do "efeito de distanciamento", mola fundamental de seu trabalho. Não tardaria muito para que esse limite estivesse em toda parte. Ainda uma vez, embora o recado venha do coração do império, será o "capitalismo colonial" que devolverá à Europa a imagem do seu futuro." (José Antonio Pasta Jr.)

Brecht - Dialética Proletária

“Não se pode escrever peças inteligentes hoje em dia sem conhecer as teorias de Marx” (Brecht)

Posto que a burguesia produz o proletariado, e que cresce em seu seio em um permanente conflito de interesses, que todavia é deslocado e posto na sombra por conflito das duas classes contra outras classes, a concepção de vida da classe proletária depende também da classe que o produz. Como sua maior criação filosófica a burguesia produz uma dialética. Esta é um modo de consideração que busca e encontra, em formações que surgem unitariamente, contradições crescentes; é um modo de consideração que guia o interesse para as mudanças, transformações violentas, evoluções. Esta dialética, esta filosofia da revolução experimenta sua grandiosa construção (em Hegel) em uma época em que a burguesia havia passado já mais ou menos por uma revolução e se encontra entregue já à conciliação das contradições de interesses, ao emperramento da evolução, tanto que todavia segue e se vê forçada a completar sua revolução. A construção da dialética por Hegel tem lugar na relação com o proletariado crescente, sob a pressão para a burguesia de produzir cada vez mais proletariado e de obstaculizar cada vez mais sua ameaçante emancipação. O proletariado adota como filosofia da revolução primeiramente a [filosofia] burguesa. A adota em um surpreendente ato de criação. Esta adoção é uma expropriação, esta aplicação é uma aniquilação. Assim como a burguesia faz tudo quanto está em suas mãos para explorar, em sua exclusividade, a revolução contra o feudalismo, assim também dá a luz a uma dialética que mostra todos os sinais de uma degeneração violenta. A obscuridade da linguagem hegeliana é a obscuridade de uma linguagem secreta: o mundo está em decadência, a humanidade se transforma. A imagem de Hegel tem isto em conta, porém a burguesia recém chegada, a classe que para fazer sua revolução necessitou de outra classe, do proletariado, e que para consolidar sua dominação deve fortalecer cada vez mais esta classe; a burguesia é um mal e inibido introdutor da dialética. O melhor introdutor é, por sua situação, o proletariado. A burguesia, contemplando a história, escreve uma história de transformações. Porém, este escritor não está em condições de declarar eficazes para o presente ou nem sequer para o futuro os princípios que encontra no passado: “houve história, (porém) já não há” [Hegel]. Bem, outro escritor escreve mais além: a dialética proletária (substituindo a capitalista) (se transforma em sentido materialista e se realiza pela ação) [Marx].

Tradução de Nildo Viana.

Nota: Este texto de Brecht foi provavelmente escrito durante seu exílio em Svendborg. Este fragmento não foi, até agora, publicado em livro. As notas entre parêntesis são de Karl Korsch, que fez alguns apontamentos nas margens do manuscrito e elas foram parcialmente recuperadas e aqui acrescentadas e as notas entre chaves são do tradutor.

Revista Possibilidades. Publicação do NPM - Núcleo de Pesquisa Marxista. Ano 1, num. 2, Out./Dez. de 2004. página 38.

Fonte: antivalor

Kuhle Wampe

Fragmentos do filme Kuhle Wampe oder: Wem gehört die Welt? (Kuhle Wampe, ou A quem pertence o mundo?, 1932), de Slatan Dudow e Bertolt Brecht. (Em alemão.)





Bertolt Brecht

Ensaio de Bertolt Brecht: Amplitude e variedade do modo de escrever realista (Estudos Avançados, set./dez. 1998, vol.12, no.34, p.267-276). Também em pdf.

Textos de Brecht (em inglês): On Hegelian Dialectics (html); Writing the Truth: Five Difficulties (pdf).

Artigos de Sérgio de Carvalho sobre Brecht.

Transcrição de palestra de Iná Camargo Costa: Brecht e o Teatro Épico (03/05/2005).

Informações várias sobre Brecht (em inglês): International Brecht Society.

"O lugar do intelectual na luta de classes só pode ser determinado, ou escolhido, em função de sua posição no processo produtivo. Brecht criou o conceito de 'refuncionalização' para caracterizar a transformação de formas e instrumentos de produção por uma inteligência progressista e, portanto, interessada na liberação dos meios de produção, a serviço da luta de classes. Brecht foi o primeiro a confrontar o intelectual com a exigência fundamental: não abastecer o aparelho de produção, sem o modificar, na medida do possível, num sentido socialista." (Walter Benjamin)

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Walter Benjamin

À estetização da política, o comunismo responde com a politização da arte.

Ensaios de Walter Benjamin:
Artigo de Michael Löwy: A filosofia da história de Walter Benjamin (Estudos Avançados, maio/ago. 2002, vol.16, no.45, p.199-206). Também em pdf.