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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Como mudar o mundo


Entrevista (em inglês) de Eric J. Hobsbawm (The Observer).

Resenha (em inglês) de Terry Eagleton sobre o novo livro de Eric J. Hobsbawm, How to Change the World: Marx and Marxism.

domingo, 3 de julho de 2011

Por que Marx estava certo?

Novo livro (em inglês) de Terry Eagleton - Why Marx Was Right? (2011).

Marx e a liberdade

Livrinho (em inglês) de Terry Eagleton - Marx and Freedom (1997) (Col Great Philosophers). Link alternativo aqui.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A Ideologia da Estética


Livro (em inglês) de Terry Eagleton - The Ideology of the Aestehtic [pdf].

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Depois da Teoria


Livro (em espanhol) de Terry Eagleton - Después de la Teoría. [pdf]

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Acordando os mortos


Artigo de Terry Eagleton sobre a História em Walter Benjamin (em inglês) - Waking the dead (New Stateman).

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Mapeando a Ideologia

Livro (em inglês) organizado por Slavoj Žižek - Mapping Ideology [pdf].
Inclui "Messages in a Bottle" de Adorno; "Ideology and Ideological State Apparatuses" de Althusser; além de textos de Eagleton, Jameson e do próprio Žižek.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Livros de Jameson (e outros)

Livros (em inglês) de Fredric Jameson:
Livro de Susan Willis - A Primer for Daily Life (1991) [pdf]

sábado, 15 de agosto de 2009

Livros de e sobre Brecht

Livros de Bertolt Brecht:

Sobre Brecht:

quinta-feira, 26 de março de 2009

O anjo da História


Walter Benjamin - Sobre el concepto de historia / Tesis de filosofía de la historia (em espanhol), em pdf.

Theodor W. Adorno
- Sobre Walter Benjamin (em italiano), em pdf.

Terry Eagleton - El ángel de la historia: W. Benjamin y L. Trotsky (em espanhol), em pdf.


Fonte: Archivo Chile

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

William Blake

William Blake (1757-1827)



"Blake cresceu num ambiente cristão de classe média baixa. Mas a cultura de que ele emergiu foi uma das mais preciosas que a Grã-Bretanha produziu, na qual artesãos jacobinos e livreiros republicanos se acotovelavam com pregadores dissidentes e filósofos ocultistas; o país era efetivamente um estado policial, cheio de espiões e amotinados famélicos. O próprio Blake foi julgado por sedição e foi absolvido, tendo supostamente gritado em público: 'Maldito o Rei e seu país!'
A política de Blake não era apenas uma questão de wishful thinking, como são tantos dos esquemas radicais de hoje. Do outro lado do Atlântico uma grande revolução anti-colonial havia sustentado a promessa de liberdade, e para o deleite do poeta outra revolução havia explodido nas ruas de Paris. Juntas, elas prometiam pôr fim ao domínio do Estado e da Igreja - 'a Besta e a Prostituta', como Blake os entendia.
Hoje a política é principalmente uma questão de gerenciamento e administração. Blake, ao contrário, entendia o político como sendo inseparável da arte, da ética, da sexualidade e da imaginação.
A energia captada nas aquarelas e gravuras de Blake é sua resposta ao pensamento mecanicista. Numa terra de sombrios moinhos satânicos, a exuberante inutilidade da arte era um escândalo para os pragmatistas cabeçudos.[...] Os anglicanos de classe média que cantam seu grande hino 'Jerusalem' estão, sem saber, celebrando um futuro comunista."
(Trechos [em tradução livre] de artigo de Terry Eagleton - The original political vision: sex, art and transformation [The Guardian, 2007].)


Obras de Blake (livros iluminados e gravuras)

William Blake Online (Tate)


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

domingo, 4 de janeiro de 2009

Marx


Vale a pena reler o texto clássico de Marx: Introdução à Crítica da Filosofia do Direito de Hegel (1844) - no site marxists.org, em português ou em inglês.

Livro introdutório de Terry Eagleton - Marx (Col. Great Philosophers); pdf em inglês.

domingo, 30 de novembro de 2008

Terry Eagleton


Ensaio de Terry Eagleton: Capitalismo, modernismo e pós-modernismo (Crítica Marxista, n. 2, 1995), com introdução de Iná Camargo Costa e Maria Elisa Cevasco. Em pdf.

Em inglês:

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Introdução ao romance, por Terry Eagleton


Capítulo introdutório (em inglês) do livro The English Novel: an introduction (2004), de Terry Eagleton, disponível no site da editora Blackwell: What Is a Novel? (em pdf).

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Beckett e a Resistência Francesa


Trechos de um artigo de Terry Eagleton sobre Samuel Beckett, publicado em 2006.

[Beckett] não era um espírito independente do tempo, mas um protestante irlandês do sul de seu país, integrante de uma minoria assediada por alienígenas culturais cercados dentro do triunfalista Estado católico livre. Enquanto mansões anglo-irlandesas eram incendiadas por republicanos durante a guerra da independência, muitos protestantes fugiram para a Inglaterra. A paranóia, a insegurança crônica e a marginalidade consciente de si da obra de Beckett fazem bem mais sentido quando vistas sob essa luz.
[...]

Mas há uma qualidade distintamente irlandesa na deflação feita por Beckett do bombástico e extravagante, assim como há algo reconhecivelmente irlandês naquelas paisagens áridas e estagnadas onde, como vítimas coloniais, não se fazia nada a não ser ficar sentado, aguardando uma libertação ou um resgate.
Assim, não é surpreendente que esse mestre da arte dos despossuídos tenha se visto, em 1941, combatendo ao lado da Resistência francesa. Vivendo em Paris sob a ocupação alemã, ele se juntou a uma célula que fazia parte das Operações Especiais Britânicas e aplicou sua habilidade literária no trabalho de datilografar e traduzir informações secretas.
[...]

Fato incomum entre artistas modernistas, esse suposto divulgador do niilismo era militante da esquerda, em lugar da direita. Defensor do ambíguo e do indeterminado, sua arte provisória e fragmentária é supremamente antitotalitária.
É também uma arte nascida à sombra de Auschwitz, que conserva sua fidelidade ao silêncio e ao terror ao enxugar sua linguagem, seus personagens e suas narrativas quase até o desaparecimento. É a obra de um homem que compreendia que o realismo sóbrio e sombrio serve à causa da emancipação humana melhor do que a utopia sonhadora.


Fonte: Folha de S. Paulo, mais!, 09 de abril de 2006.
Texto original em inglês em The Guardian.