domingo, 23 de agosto de 2009
Livro de Koselleck
Livro (em inglês) de Reinhart Koselleck - The Practice of Conceptual History: Timing History, Spacing Concepts (2002). [reprodução parcial]
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Mapeando a Ideologia
Livro (em inglês) organizado por Slavoj Žižek - Mapping Ideology [pdf].
Inclui "Messages in a Bottle" de Adorno; "Ideology and Ideological State Apparatuses" de Althusser; além de textos de Eagleton, Jameson e do próprio Žižek.
Inclui "Messages in a Bottle" de Adorno; "Ideology and Ideological State Apparatuses" de Althusser; além de textos de Eagleton, Jameson e do próprio Žižek.
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Terry Eagleton
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Livros de Eagleton
Livros (em inglês) de Terry Eagleton:
- Sweet Violence: The Idea of the Tragic (2002) [pdf]
- The Meaning of Life: A Very Short Introduction (2007) [pdf]
- Trouble with Strangers: A Study of Ethics (2008) [pdf]
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Livros de Jameson (e outros)
Livros (em inglês) de Fredric Jameson:
- Marxism and Form (1971) [pdf]
- Eagleton, Jameson, Said - Nationalism, Colonialism, and Literature (1990) [pdf]
- A Singular Modernity (2002) [pdf]
- The Modernist Papers (2007) [pdf]
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Terry Eagleton
sábado, 15 de agosto de 2009
Livros de e sobre Brecht
Livros de Bertolt Brecht:
Sobre Brecht:
- Geschichten vom Herrn Keuner (em alemão) [pdf]
- Kalendergeschichten (em alemão) [pdf]
- Historias de Almanaque (em espanhol) [pdf]
Sobre Brecht:
- Ensaio de Terry Eagleton - Brecht and Rhetoric [pdf]
- Martine Béland & Myrtô Dutrisac - Weimar, ou, L'hyperinflation du sens: portraits et exil(2009) [pdf] - traz capítulo sobre Brecht.
- Astrid Oesmann - Staging History: Brecht's Social Concepts of Ideology (2005) [pdf]
- John J. White - Bertolt Brecht's Dramatic Theory (2004) [pdf]
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Álgebra da Revolução
Livro (em inglês) de John Rees - The Algebra of Revolution: The Dialectic and the Classical Marxist Tradition (1998) - com capítulos sobre Hegel; Marx/Engels; Bernstein/Kautsky/Plekhanov/Luxemburg; Lenin; Lukács; Trotsky.
A expressão "álgebra da revolução" foi cunhada por Aleksandr Herzen, a propósito da dialética hegeliana. A expressão foi retomada por Lukács em História e Consciência de Classe.
A expressão "álgebra da revolução" foi cunhada por Aleksandr Herzen, a propósito da dialética hegeliana. A expressão foi retomada por Lukács em História e Consciência de Classe.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Livros de e sobre Benjamin
Livros (em inglês) de Walter Benjamin:
- The Arcades Project [pdf] - também conhecido como Trabalho das Passagens.
- Illuminations [pdf] - coletânea de ensaios
- The Work of Art in the Age of Its Technological Reproducibility, and Other Writings on Media [pdf] - nova coletânea de textos
- Nicolas Whybrow - Street Scenes: Brecht, Benjamin and Berlin (2004)
- Tim Beasley-Murray - Mikhail Bakhtin and Walter Benjamin: Experience and Form (2008)
domingo, 9 de agosto de 2009
Livros de e sobre Adorno
Livros (em inglês) de Theodor W. Adorno:
Sobre Adorno:
- The Culture Industry [pdf] - coletânea de textos de Adorno sobre o tema, incluindo "Culture and Administration".
- Hegel: Three Studies [pdf]
- Kant's Critique of Pure Reason [djvu - requer programa específico para ser lido]
- Minima Moralia [pdf]
- The Stars Down to Earth [pdf] - aviso: por algum motivo, o arquivo zip inclui uma foto pornográfica de "brinde"...
Sobre Adorno:
- The Cambridge Companion to Adorno - com ensaios de T. Huhn, J.M. Bernstein, J. Whitebook, S. Jarvis, M. Jay e outros.
- J.M. Bernstein - Adorno: Disenchantment and Ethics (2001)
- Brian O'Connor - Adorno's Negative Dialectic (2004)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Negatividade e Revolução
Livro (em inglês), com organização de John Holloway, Fernando Matamoros, Sergio Tischler - Negativity and Revolution: Adorno and Political Activism (2009). [pdf]
Explicação dos autores:
"Este não é um livro sobre Adorno; também não foi escrito por especialistas em Adorno ou organizado para dar um retrato ativo e completo de Adorno e sua obra. Foi escrito, antes, por algumas pessoas que consideram importante, para o desenvolvimento do pensamento anti-capitalista, ler Adorno e particularmente desenvolver sua ideia de dialética negativa. O livro começa com uma questão simples: por que, apesar de tudo, consideramos importante desenvolver as ideias de Adorno? O 'apesar de tudo' refere-se à dificuldade da linguagem de Adorno, mas sobretudo ao fato de ele ter chamado a polícia quando estudantes ocuparam o Instituto de Pesquisa Social em janeiro de 1969."
Explicação dos autores:
"Este não é um livro sobre Adorno; também não foi escrito por especialistas em Adorno ou organizado para dar um retrato ativo e completo de Adorno e sua obra. Foi escrito, antes, por algumas pessoas que consideram importante, para o desenvolvimento do pensamento anti-capitalista, ler Adorno e particularmente desenvolver sua ideia de dialética negativa. O livro começa com uma questão simples: por que, apesar de tudo, consideramos importante desenvolver as ideias de Adorno? O 'apesar de tudo' refere-se à dificuldade da linguagem de Adorno, mas sobretudo ao fato de ele ter chamado a polícia quando estudantes ocuparam o Instituto de Pesquisa Social em janeiro de 1969."
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Edward W. Said
Livros de Edward W. Said (em inglês):
- Orientalism (1978) [pdf, 4shared]; também aqui.
- Culture and Imperialism (1993) [pdf, 4shared]
- Representations of the Intellectual (1994) [pdf / djvu] - Em espanhol: Representaciones del intelectual [pdf, 4shared]
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Estilo Tardio
Crítica/"Estilo Tardio"
Obra fragmentária de Said analisa artistas diante da morte Ensaios póstumos de crítico palestino partem da ideia de que proximidade do fim permite abandono de convenções
FRANCISCO ALAMBERT
ESPECIAL PARA A FOLHA
"Estilo Tardio" é o último livro de Edward Said, um dos mais importantes críticos culturais do fim do século 20. "Último", aqui, tem sentido até paradoxal. Said morreu antes de terminar um projeto: analisar um possível estilo de artistas e pensadores diante da morte iminente. Sua obra tardia, portanto, ficou incompleta, e sua mulher e seus amigos organizaram o material que deixou. O livro foi publicado em 2006 e sai agora no Brasil.
O que seria estilo tardio? Segundo Said, a consciência da morte, no artista e no pensador radical, permite que ele abandone as convenções (as suas, inclusive) de seu tempo e sua "história", o que pode derivar numa arte difícil, radical e irregular, estabelecendo uma "paisagem", uma espacialização do tempo, que permite a descoberta de novas temporalidades.
Said não quer fazer um elogio da melancolia ou da velhice como "sapiência". Aqui, o fim não é a pacificação, mas a radicalização, a exposição do irreconciliável, pois, para ele, como para seu mestre Adorno, na história da arte, as obras tardias são "catástrofes". A ideia é tomada justamente de Adorno (em especial do ensaio sobre Beethoven e seu estilo tardio), com quem Said dialoga nesses ensaios.
Isso é uma ideia que se apreende da leitura, e não exatamente um "conceito". O livro não dá respostas definitivas nem cria uma teoria cultural. Trata-se de tentativas de abordar fragmentariamente um tema. Sua fraqueza vem justamente de um estilo de pensamento que retira seus objetos da história: misturam-se Shakespeare, Sófocles, Adorno, Thomas Mann e Glenn Gould como se fossem idênticos no tempo. Sua força reside no fato de que o crítico tem os pés em seu tempo, na política palestina, nas contradições da cultura moderna, no papel do imperialismo, o que lhe permite buscar no passado formas de entender a atual alta cultura ocidental.
Viagem entre identidades
Por exemplo, o ensaio sobre Jean Genet trata do escritor francês em sua relação com o movimento palestino e a cultura política árabe, mas também com os Panteras Negras dos EUA. Genet é para Said um "viajante entre identidades" (o ensaio tem uma contundente crítica à "política das identidades" como forma avançada de exportação do imperialismo!).
A personalidade tardia recusa a adequação à "sua" sociedade. É um estado de desbunde que não espera ser reconhecido no presente, como os quartetos de Beethoven (que anteciparam a música futura) ou o exílio autoimposto do pianista Gould, que não sumiu para morrer, mas para radicalizar ideias sobre a interpretação de Bach. Said vê na ópera "Così fan Tutte", de Mozart, um "universo sem esquemas redentores".
É do que trata esse livro errático: do momento em que a dialética já não quer sínteses, e sim exibir o mundo em suas fraturas. Para Michael Wood (autor da introdução do livro), estes ensaios, em parte estabelecidos a partir de notas de aulas e palestras, não podem ser vistos como o estilo tardio do escritor. Said tinha leucemia, sabia que morreria logo, mas não tinha interesse em fazer uma obra tardia. Porém, o estilo peculiar de sua escrita, coloquial mas também teórica, deveria aparecer aqui tanto quanto a fragmentação de texto e ideias. Um desafio para o tradutor, Samuel Titan Jr., que saiu-se muito bem. É um livro bonito de ler.
FRANCISCO ALAMBERT é professor de história social da arte e história contemporânea da USP.
Fonte: FSP, 01/08/09
Obra fragmentária de Said analisa artistas diante da morte Ensaios póstumos de crítico palestino partem da ideia de que proximidade do fim permite abandono de convenções
FRANCISCO ALAMBERT
ESPECIAL PARA A FOLHA
"Estilo Tardio" é o último livro de Edward Said, um dos mais importantes críticos culturais do fim do século 20. "Último", aqui, tem sentido até paradoxal. Said morreu antes de terminar um projeto: analisar um possível estilo de artistas e pensadores diante da morte iminente. Sua obra tardia, portanto, ficou incompleta, e sua mulher e seus amigos organizaram o material que deixou. O livro foi publicado em 2006 e sai agora no Brasil.
O que seria estilo tardio? Segundo Said, a consciência da morte, no artista e no pensador radical, permite que ele abandone as convenções (as suas, inclusive) de seu tempo e sua "história", o que pode derivar numa arte difícil, radical e irregular, estabelecendo uma "paisagem", uma espacialização do tempo, que permite a descoberta de novas temporalidades.
Said não quer fazer um elogio da melancolia ou da velhice como "sapiência". Aqui, o fim não é a pacificação, mas a radicalização, a exposição do irreconciliável, pois, para ele, como para seu mestre Adorno, na história da arte, as obras tardias são "catástrofes". A ideia é tomada justamente de Adorno (em especial do ensaio sobre Beethoven e seu estilo tardio), com quem Said dialoga nesses ensaios.
Isso é uma ideia que se apreende da leitura, e não exatamente um "conceito". O livro não dá respostas definitivas nem cria uma teoria cultural. Trata-se de tentativas de abordar fragmentariamente um tema. Sua fraqueza vem justamente de um estilo de pensamento que retira seus objetos da história: misturam-se Shakespeare, Sófocles, Adorno, Thomas Mann e Glenn Gould como se fossem idênticos no tempo. Sua força reside no fato de que o crítico tem os pés em seu tempo, na política palestina, nas contradições da cultura moderna, no papel do imperialismo, o que lhe permite buscar no passado formas de entender a atual alta cultura ocidental.
Viagem entre identidades
Por exemplo, o ensaio sobre Jean Genet trata do escritor francês em sua relação com o movimento palestino e a cultura política árabe, mas também com os Panteras Negras dos EUA. Genet é para Said um "viajante entre identidades" (o ensaio tem uma contundente crítica à "política das identidades" como forma avançada de exportação do imperialismo!).
A personalidade tardia recusa a adequação à "sua" sociedade. É um estado de desbunde que não espera ser reconhecido no presente, como os quartetos de Beethoven (que anteciparam a música futura) ou o exílio autoimposto do pianista Gould, que não sumiu para morrer, mas para radicalizar ideias sobre a interpretação de Bach. Said vê na ópera "Così fan Tutte", de Mozart, um "universo sem esquemas redentores".
É do que trata esse livro errático: do momento em que a dialética já não quer sínteses, e sim exibir o mundo em suas fraturas. Para Michael Wood (autor da introdução do livro), estes ensaios, em parte estabelecidos a partir de notas de aulas e palestras, não podem ser vistos como o estilo tardio do escritor. Said tinha leucemia, sabia que morreria logo, mas não tinha interesse em fazer uma obra tardia. Porém, o estilo peculiar de sua escrita, coloquial mas também teórica, deveria aparecer aqui tanto quanto a fragmentação de texto e ideias. Um desafio para o tradutor, Samuel Titan Jr., que saiu-se muito bem. É um livro bonito de ler.
FRANCISCO ALAMBERT é professor de história social da arte e história contemporânea da USP.
Fonte: FSP, 01/08/09
sábado, 1 de agosto de 2009
Kluge, Eisenstein, Marx
Em 1927-1928 Sergei Eisenstein chegou a tomar notas para um projeto, jamais realizado, de filmar O Capital, de Marx. Fascinado pela experiência formal de James Joyce em Ulysses, Eisenstein não queria apenas exemplificar as teses marxianas, mas pretendia apresentar o método dialético na própria linguagem cinematográfica, por meio da montagem.
Agora Alexander Kluge - que, além de cineasta, é o teórico da "contra-esfera pública" (com Oskar Negt, no livro Öffentlichkeit und Erfahrung, 1972) - realizou um filme de mais de nove horas de duração, Nachrichten aus der ideologischen Antike. Marx – Eisenstein – Das Kapital (2008), cuja primeira parte trata do projeto de Eisenstein.
Artigo de Fredric Jameson sobre o filme de Kluge - Marx and Montage (NLR, 2009); também em pdf.
Curtas de Alexander Kluge (em alemão) [UbuWeb].
Saudação de Jürgen Habermas a Kluge - Toupeira beneficente que destroça as belas pradarias (1990).
Breve informação biográfica sobre Kluge - "O cinema ainda nos surpreenderá" (Jornal da Mostra, 2007).
Informações sobre os filmes de Kluge e sobre o livro O Quinto Ato.
Agora Alexander Kluge - que, além de cineasta, é o teórico da "contra-esfera pública" (com Oskar Negt, no livro Öffentlichkeit und Erfahrung, 1972) - realizou um filme de mais de nove horas de duração, Nachrichten aus der ideologischen Antike. Marx – Eisenstein – Das Kapital (2008), cuja primeira parte trata do projeto de Eisenstein.
Artigo de Fredric Jameson sobre o filme de Kluge - Marx and Montage (NLR, 2009); também em pdf.
Curtas de Alexander Kluge (em alemão) [UbuWeb].
Saudação de Jürgen Habermas a Kluge - Toupeira beneficente que destroça as belas pradarias (1990).
Breve informação biográfica sobre Kluge - "O cinema ainda nos surpreenderá" (Jornal da Mostra, 2007).
Informações sobre os filmes de Kluge e sobre o livro O Quinto Ato.
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