quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Antonio Candido


Ensaio de Antonio Candido sobre Mário de Andrade - O poeta itinerante (Revista USP, n. 4, 1989/1990); em pdf.

Breve texto de Roberto Schwarz: Antonio Candido, um verbete (Revista USP, n. 17, 1993); em pdf.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Lukács sobre cinema


Entrevista de György Lukács sobre cinema (em espanhol): El cine como lenguaje crítico (1971); em pdf.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Romance Histórico

Textos sobre o romance histórico:

György Lukács - A forma clássica do romance histórico [em espanhol] (capítulo 1 do livro O Romance Histórico).
Trechos do livro em inglês (google books).

Fredric Jameson - O romance histórico ainda é possível? (Novos Estudos, n.77, Março 2007); também em pdf.

Perry Anderson - Trajetos de uma Forma Literária (Novos Estudos, n.77, Março 2007); também em pdf.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Escola de Frankfurt

Horkheimer e Adorno


Ensaio de Göran Therborn: A Escola de Frankfurt - parte I (Novos Rumos, n. 39, 2003); A Escola de Frankfurt - parte II (Novos Rumos, n. 40, 2003).

Livro clássico de Martin Jay - A imaginação dialética [em espanhol], em pdf.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Kuhle Wampe - completo


Kuhle Wampe oder: Wem gehört die Welt? (1932), filme de Slatan Dudow e Bertolt Brecht, na íntegra. Recomenda-se baixar o arquivo MPEG1, de 717 MB.
(Fonte: Internet Archive)
Legendas em inglês: www.opensubtitles.org/pt/subtitles/3293857/kuhle-wampe-oder-wem-gehort-die-welt-en
O filme tem música de Hanns Eisler.

Dirigido por um búlgaro que estudou a montagem de Eisentein, baseado em roteiro original co-escrito por Bertolt Brecht e com música de Hanns Eisler, Kuhle Wampe foi o primeiro - e o último - filme alemão do período a expressar um ponto de vista abertamente comunista. Milhares de esquerdistas anti-Hitler se ofereceram como extras para as cenas de multidão. O filme conta a história de uma família berlinense de desempregados que, em vez de voltar-se para o fascismo, encontra conforto ao unir-se a outros cidadãos sem trabalho na periferia da cidade e encontra esperança participando de um festival de esportes patrocinado por sindicalistas radiciais. O filme foi banido instantaneamente pelo governo por insultar o Reich e a religião e pelas cenas de nudez. É uma pena que Kuhle Wampe tenha se tornado apenas uma nota de rodapé na história do cinema, pois em nenhum outro filme a teoria estética e política de Brecht foi tão bem dramatizada e iluminada. (Harvard Film Archive)

  • Roteiro de Kuhle Wampe, por Bertolt Brecht e Ernst Ottwald (em inglês).

Dois textos de Brecht em que fala sobre Kuhle Wampe:
(Fonte: E.J.Campfield)

Artigos sobre o filme:
Gal Kirn - Kuhle Wampe: Politics of Montage, De-montage of Politics? (Film-Philosophy, Volume 11, No. 1, 2007); em pdf.
(Fonte: Film-Philosophy)
A. F. Ramos - Bertolt Brecht e o cinema alemão dos anos 1920 (Fênix: revista de História e Estudos Culturais, vol.3, n.3, 2006); em pdf.
(Fonte: Fênix)

Marx, Lukács, Goldmann

Alguns artigos de Celso Frederico:
A arte em Marx: um estudo sobre Os manuscritos econômico-filosóficos (Novos Rumos, n. 42, 2005), em pdf.
Cotidiano e arte em Lukács (Estudos avançados, vol.14, no.40, 2000); também em pdf.
A sociologia da literatura de Lucien Goldmann (Estudos avançados, vol.19, no.54, 2005); também em pdf.

Marx


Vale a pena reler o texto clássico de Marx: Introdução à Crítica da Filosofia do Direito de Hegel (1844) - no site marxists.org, em português ou em inglês.

Livro introdutório de Terry Eagleton - Marx (Col. Great Philosophers); pdf em inglês.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Poema de Roberto Schwarz

O que é o que é?

Muito progresso
pouco preconceito de raça
colossal exploração de classe

(Roberto Schwarz, Corações Veteranos, 1974.)

Para pensar o Brasil - Caio Prado Júnior

Caio Prado Júnior (1907-1990)
Evolução Política do Brasil (1933)
Formação do Brasil Contemporâneo: Colônia (1942)
A Revolução Brasileira (1966)

Artigos sobre Caio Prado Júnior:

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Para Pensar o Brasil - Sérgio Buarque de Holanda

Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982)
Raízes do Brasil (1936 / 2ª ed. revista e ampliada, 1948)
Visão do Paraíso: os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil (1959)
Do Império à República (1972) [História Geral da Civilização Brasileira, Tomo II, vol. 5]


Site da Unicamp : Sérgio Buarque de Holanda: 100 anos, com informações biográficas e alguns estudos sobre o historiador.

Artigos de Sérgio Buarque, publicados na Folha da Manhã nos anos 1950 (site Almanaque).

Artigo de Antonio Candido sobre SBH: Lembrança de Sérgio (Folha, 2004), em pdf.

Mais artigos sobre Sérgio Buarque:

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Para Pensar o Brasil - Gilberto Freyre

Gilberto Freyre (1900-1987)
Casa-Grande & Senzala: formação da família brasileira sob o regime de economia patriarcal (1933)
Sobrados e Mucambos: decadência do patriarcado rural e desenvolvimento urbano (1936)

A Fundação Gilberto Freyre disponibiliza, em sua Biblioteca Digital, uma quantidade apreciável de textos de Gilberto Freyre, incluindo artigos e opúsculos (completos) e prefácios a seus livros. Traz também estudos sobre Freyre.

Artigos sobre Freyre:

Ricardo Benzaquen de Araújo - Raios e Trovões: Antinomia e Modernidade na Obra de Gilberto Freyre (ciberkiosk)

David Lehmann - Gilberto Freyre: a reavaliação prossegue (Horiz. antropol., vol. 14, no. 29, 2008); também em pdf.

Para Pensar o Brasil - Bibliografias

Em 2000 a Folha publicou um "Guia de Leitura da História Brasileira", com listas de obras fundamentais para entender a História do país. O Guia divide-se em três partes (Colônia, Império, República) e traz indicações bibliográficas feitas por sete historiadores, entre os quais Boris Fausto, Evaldo Cabral de Mello e Laura de Mello e Souza. Um arquivo pdf do Guia encontra-se aqui.
(Para baixar o arquivo, clique no botão "Download Now" na página do 4shared, espere o link aparecer e clique no link do arquivo.)

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Encontra-se no site do Senado Federal a republicação do Manual Bibliográfico de Estudos Brasileiros, organizado por William Berrien e Rubem Borba de Moraes, em pdf: vol. 1 e vol. 2. Originalmente publicado em 1949, o Manual traz ensaios bibliográficos sobre vários assuntos brasileiros, redigidos por Mário de Andrade (Folclore), Sérgio Buarque de Holanda (Período Colonial), Caio Prado Júnior (Segundo Reinado), Astrojildo Pereira (Pensadores, críticos e ensaístas) entre outros.

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Atualmente, uma obra de consulta útil é a organizada por Lourenço Dantas Mota, Introdução ao Brasil: um banquete no trópico, em dois volumes (Editora Senac, 1999, 2001), contendo resenhas de obras clássicas de interpretação do Brasil. Abaixo, a lista das obras e dos autores das resenhas:

Volume 1:
1. Sermões (Padre Antônio Vieira), por João Adolfo Hansen;
2. Cultura e opulência do Brasil (André João Antonil), por Janice Theodoro da Silva;
3. Projetos para o Brasil (José Bonifácio), por Carlos Guilherme Mota;
4. Autobiografia (Visconde de Mauá), por Jorge Caldeira;
5. Um estadista do Império (Joaquim Nabuco), por Luiz Felipe de Alencastro;
6. A ilusão americana (Eduardo Prado), por Lúcia Lippi Oliveira;
7. Os sertões (Euclides da Cunha), por Walnice Nogueira Galvão;
8. Capítulos de história colonial (Capistrano de Abreu), por Ronaldo Vainfas;
9. Retrato do Brasil (Paulo Prado), por Marco Aurélio Nogueira;
10. Casa-Grande & senzala (Gilberto Freyre), por Elide Rugai bastos;
11. Raízes do Brasil (Sérgio Buarque de Holanda), por Basílio Sallum Jr.;
12. Formação do Brasil Contemporâneo (Caio Prado Júnior), por José Roberto do Amaral Lapa;
13. Coronelismo, enxada e voto (Vítor Nunes Leal), por Bolívar Lamounier;
14. Instituições políticas brasileiras (Oliveira Viana), por Maria Hermínia Tavares de Almeida;
15. Formação econômica do Brasil (Celso Furtado), por Francisco de oliveira;
16. Os donos do poder (Raymundo Faoro), por Laura de Mello e Souza;
17. Formação da literatura brasileira (Antonio Candido), por Benjamin Abdala Junior;
18. Conciliação e reforma no Brasil (José Honório Rodrigues), por Alberto da Costa e Silva;
19. A revolução burguesa no Brasil (Florestan Fernandes), por Gabriel Cohn).

Volume 2:
1. Visão do paraíso (Sérgio Buarque de Holanda), por Ronaldo Vainfas;
2. História da Companhia de Jesus (Padre Serafim Leite), por João Adolfo Hansen;
3. História geral do Brasil (Francisco Adolfo de Varnhagen), por Lucia Maria Paschoal Guimarães;
4. História geral das bandeiras paulistas (Afonso D’Escrangnolle Taunay), por Wilma Peres Costa;
5. Vida e morte do bandeirante (Alcântara Machado), por Laura de Mello e Souza;
6. D. João VI no Brasil (Oliveira Lima), por Guilherme Pereira das Neves;
7. O abolicionismo (Joaquim Nabuco), por Marco Aurélio Nogueira;
8. História da literatura brasileira (Sílvio Romero), por Benjamin Abdala Junior;
9. Minha Formação (Joaquim Nabuco), por Maria Alice de Rezende Carvalho;
10. América Latina: males de origem (Manuel Bonfim), por Roberto Ventura;
11. A organização nacional (Alberto Torres), por Rolf Kuntz;
12. História da literatura brasileira (José Veríssimo), por João Alexandre Barbosa;
13. Populações meridionais do Brasil (Oliveira Viana), por Gildo Marçal Brandão;
14. Sobrados e mucambos (Gilberto Freyre), por Basílio Sallum Jr.;
15. Ordem e progresso (Gilberto Freyre), por Elide Rugai Bastos;
16. A integração do negro na sociedade de classes (Florestan Fernandes), por Gabriel Cohn;
17. Os índios e a civilização (Darcy Ribeiro), por João Pacheco de Oliveira.